sábado, 28 de agosto de 2010

O caso do Serra seria o seu ocaso ?

Serra enfim está colhendo o que plantou. Durante muitos anos foi um político arrogante, que acordava assessores pela madrugada, que ameaçava, demitia. Já como candidato a Presidente, demitiu ou tentou demitir o Heródoto e o Prioli do Roda Viva da TV Cultura, após ser questionado pelo apresentador sobre o preço dos pedágios em S.Paulo.
Para ser candidato a Presidente, o Brasil todo acompanhou, largou o mandato de Prefeito, quando havia assinado um documento em cartório, que o cumpriria até o fim, elegeu-se Governador, mas começou a viajar por todo País, fomentando a sua candidatura, largou o governo, quando poderia tentar a reeleição.
Dentro do PSDB, impediu as prévias com Aécio, vários candidatos a vice na sua chapa recusaram a indicação a vice já antevendo a derrota. Ficou com o bizarro Indio da Costa.
É um mentiroso , pois grava seu programa em favela cenográfica, coloca paródia de campanha na imitação da voz da Elba Ramalho.
Caluniador, acusou totalmente sem provas, a Dilma e o PT de serem responsáveis pela quebra de sigilo de 140 pessoas.
Mas o pior equívoco foi a sua reunião esta semana, a portas fechadas no CLUBE MILITAR, depois de declarar-se contra qualquer tipo de censura a imprensa.
Imaginem a Dilma reunida a portas fechadas com militares em pleno centro do Rio de Janeiro, o que não falariam os Mervais, Hipólitos, Boechats, Noblas da vida ?
Por estas e outras que o Dimistem escreveu que já pensam no seu nome (Serra) para Prefeito de São Paulo em 2012 ?
Se é para recomeçar, não seria melhor a Presidência.....
da UNE ?

Paródia e 2012. JÁ ?

A paródia de Drummond está no blog de Paulo Henrique Amorim. (Lima).



E agora, José?

A festa acabou,

a Dilma ganhou
o Índio sumiu,
a Globo mudou..
e agora, José?
e agora, você?

você que é sem graça,
que zomba da massa,
você que fez plágio
que amou o pedágio
e agora, José?

Está sem “migué”
está sem discurso,
está sem caminho..
não pode beber,
não pode fumar,
cuspir não se pode,
nem mesmo blogar?

a noite esfriou,
o farol apagou
o voto não veio,
o pobre não veio,
o rico não veio..
não veio a utopia
não veio o João
tão pouco a Maria

e tudo acabou
o Diogo fugiu
o Bornhausen mofou,
e agora, José

E agora, José ?
Sua outra palavra,
seu instante de Lula:
careca de barba!
sua gula e jejum,
sua favela dourada
sua “São-Paulo de ouro”
seu telhado de vidro,
sua incoerência,
seu ódio – e agora ?

com a chave na mão
quer abrir qualquer porta,
não existe porta;
o navio afundou
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
nem Rio, Bahia, Sergipe, Goiás..
José, e agora ?

Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa da despedida
e a Miriam tirasse…
se você dormisse,
se você cansasse,
como o leitor do Noblat
se você “morresse”
Mas você não morre,
você é vaso “duro”, José !

E sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem megalomania
Sem Folha, O Globo, Estadão, o Dia..
sem Cantanhede
para se encostar,
sem o cheiro da massa
pra você respirar..

e sem cavalo grego
que fuja a galope,
sem o Ali Babá
pra lhe arranjar algum golpe,
você marcha, José !
José, pra onde?
pra sempre?

E agora, José?
Se quando a festa acabou, o povo falou
que sem você, podia muito mais..
Então, nesse caso: Até nunca mais, José!



ps: O Dia foi só pra compor a rima.

EM TEMPO EM TEMPO EM TEMPO EM TEMPO EM TEMPO EM TEMPO EM TEMPO EM TEMPO EM TEMPO
EM TEMPO EM TEMPO EM TEMPO EM TEMPO EM TEMPO EM TEMPO EM TEMPO EM TEMPO EMTEMPO

SERRA 2012 ?

26/08/2010 -
Serra para prefeito de São Paulo?



Para ver o grau de desânimo dos tucanos, reforçado a cada pesquisa como a do Datafolha divulgada hoje, basta saber que cresce uma conversa reservadíssima entre lideranças paulistas do PSDB. Discute-se a possibilidade de José Serra preparar-se para a próxima eleição para prefeito de São Paulo.

Seria sua chance de se manter na política --e, quem sabe, um nome forte para evitar que o PT volte ao poder na cidade.

De acordo com a mais recente pesquisa Datafolha, Serra já perde não só no Estado mas também na cidade de São Paulo, onde foi governador e prefeito. Nessa onda, lideranças tucanas passaram a temer uma ida de Aloizio Mercadante para o segundo turno. Marta Suplicy deve se eleger com certa facilidade para o Senado.

Isso tudo significa que o consórcio PSDB-DEM na cidade de São Paulo está correndo risco, até porque não tem, por enquanto, um candidato forte. E aí que, nessas conversas, aparece o nome de Serra.

Duvido que ele tope, seria um terrível fim de linha e a cidade merece mais do que isso. Mas, em política, nunca se sabe. Seria, ironicamente, a única forma de ele cumprir o que assinou no papel: ficar quatro anos na prefeitura de São Paulo.

Gilberto Dimenstein/ fsp

MAS SE É PARA RECOMEÇAR, DEVERIA SE CANDIDATAR A PRESIDENTE......DA UNE ! C/SÁ

PORQUE DEVEMOS ELEGER LUIZ SERGIO A DEP. FEDERAL, NUMERO 1312..?

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LUIZ SERGIO 1312

PORQUE DEVEMOS ELEGER LUIZ SERGIO A DEPUTADO FEDERAL, NUMERO 1312..?

O Deputado Luiz Sergio, filho de lavrador, nascido no Município de
Angra dos Reis, ainda adolescente já participava dos movimentos na
Pastoral da Terra em favor dos proprietários de terra, contra os
Grilheiros daquela região.
Seu primeiro emprego, ainda jovem foi em 1975 no Estaleiro, antiga
Verolme. Mesmo trabalhando como metalúgico nunca perdeu de vista nem
deixou de fazer parte nas lutas sociais, haja vista que em 1980 ao
conhecer o Lula e juntos, bem com outros companheiros assinou a carta
de São Bento, marco da fundação do Partido dos Trabalhadores em Angra
dos Reis.
Em 1984,foi vencedor quando participou de uma chapa no Sindicato dos
Trabalhadores Metalúgicos de Angra dos Reis.
Em 1987, Luiz Sergio foi eleito Presidente do Sindicato dos
Trabalhadores Metalúgicos de Angra dos Reis, com uma margem esmagadora
superior a 80% dos votantes.
Luiz sergio entrou definitivamente na política em 1988, na disputa na
Prefeitura de Angra dos Reis, ganhando as eleições como vice Prefeito
encabeçada por Neirobis Nagae.
Em 1992, Luiz Sergio se lança candidato a Prefeito de Angra dos Reis e
ganha as eleições em susseção a Neirobis Nagae, sendo destaque nas
politicas publicas e sociais daquele Município, ganhando inclusive
prêmios Internacionais e foi ainda matéria de elogio no âmbito
nacional quando deixou o minicípio ranqueado entre os mais resolvidos
em matéria de saniamento básico, mais ainda triplicou o número de
escolas e postos de saude dentro do Município durante a sua gestão
como vice e prefeito daquele Município. Luiz Sergio colaborou para
eleger o seu sucessor em 1996 e deixou a Prefeitura com 80% de nas
pesquisas junto população angranse.
Em 1998 Luiz Sergio foi eleito a Deputado Federal com quase 28.000
votos. Atualmente Luiz Sergio está em seu terceiro mandato e como
deputado Federal, sendo um incansavel nas lutas sociais pervorrendo os
92 Municípios do Estado do Rio de Janeiro, sem perder o seu cupromisso
de Parlamentar, na Câmara Luiz Sergio é o mais atuante daquela casa de
Leis, propôs dezenas de Projetos Leis, coordenou a Bancada Federal do
Estados do Rio de Janeiro com indicações de recurso para atender os
programas sociais e saude dos 92 Municipios.

Luiz Sergio é o defenssor numero um da Industria Naval, todavia foi o
relatou da MP 177 que posteriormente se transformou na Lei 10.893/04
(denominada de Lei da Industria Naval).
Em 2007, foi escolhido lider da Bancada do PT na Camara, onde conduzio
diversas ações onde se destaca com muita propriedade a condução que
garantio a implantação do PAC (Programa de Aceleração de Crescimento).
Foi o responsável na liberação de verbas Federal que proporcionaou a
duplicação da Rodovia Ria Santos, trecho Rio Mangaratiba.

Luiz Sergio é o representante numero um em defesa do projeto Nuclear e
a Construção de Angra 3 no Municipio de Angra dos Reis, Rio de
Janeiro.

Alem de Deputado Dederal e sem fugir das responsabilidades como
Parlamentar, Luiz Sergio foi Eleito Presidente do PT Estado do Rio de
Janeiro em 2010.

Entre diversos projetos sociais de autoria do Deputado Luiz Sergio, eu
apenas citei alguns entre tantos que me levaria a escrever um livro
caso fosse citar todas as suas ações politicas e sociais no
delineamento de sua vida publica.

Portanto companheiros, (as), Senhores (as).

como sobra competência, não vamos deixar de eleger o Luiz Sergio a
Deputado Federal e os nossos representantes para ajudar a dar
continuidade aos projetos do Presidente Lula,

ELEGENDO:

GILBERTO PALMARES (DEPUTADO ESTADUAL) Nº 13455;
LUIZ SERGIO (DEPUTADO FEDERAL Nº 1312;
LINDBERG FARIAS (SENADOS) N 167 131;
PICCIANI (SENADOR) Nº 155;
SERGIO CABRAL (GOVERNADOR) 15;
DILMA ROUSSERFF (PRESIDENTE) Nº 13


SAUDAÇÕES PETISTAS.

FRANÇUY BRAGA

A mídia é o grande prato do restaurante canibal

27/08/2010 - 09:14 | Breno Altman | São Paulo
A mídia é o grande prato do restaurante canibal

O trabalho eficaz de dois jornalistas, Pedro Aguiar e Laisa Beatris, profissionais da redação de Opera Mundi, trouxe ontem (26/08) a público caso vergonhoso de colonialismo cultural e abuso da boa-fé dos leitores. A história, que pode ser lida no artigo “Mídia internacional ignora indícios de fraude e publica notícia sobre restaurante canibal”, revela o estado de indigência que afeta parte da imprensa mundial.

Tudo começou quando um político alemão denunciou, ao diário sensacionalista Bild, a existência de restaurante brasileiro, chamado Flimé, no estado de Rondônia, que oferecia carne humana e estaria planejando abrir filial em Berlim. O vereador Michael Braun, dirigente local da União Cristão-Democrática, alegando ter recebido informação de eleitores, protestou contra as intenções do famigerado estabelecimento.

A origem primária das denúncias, logo se soube, estaria em vídeo e página divulgados pela internet. Os autores, provavelmente de nacionalidade portuguesa, talvez na intenção de se vingar das piadas contra seus patrícios, resolveram armar pegadinha contra os brasileiros. No jargão da rede, chama-se essa informação forjada de hoax.

Leia mais:
Por acaso exagero?
A Globalização da revolução
Nina Hagen agora é gospel: o que muda na sua música?
"Man vs. Food" e "Dr. Oz": como a TV transforma a gordura numa coisa sagrada

O mais incrível é que a existência do restaurante canibal imediatamente se espalhou entre diversas agências e veículos do planeta. O inglês The Guardian, a espanhola Efe, a italiana Ansa, a alemã Der Spiegel e o português Expresso estão entre as publicações que caíram no engodo. Também comprou gato por lebre a brasileira Folha.com. A reportagem de Opera Mundi provou que não há canibalismo nem restaurante algum.

Aparentemente nenhuma das redações enroladas pelo conto dos portugueses se deu ao trabalho de apurar história tão escabrosa. O restaurante não foi checado. Não se analisou com rigor a gravação que circulou no You Tube. A página web que anunciava as estranhas iguarias tampouco recebeu o devido escrutínio.

Não é a primeira vez que importantes meios de comunicação metem o pé na jaca. A revista Veja, em abril de 1983, publicou matéria anunciando a fusão da carne de boi com o tomate, depois de cair em uma brincadeira da revista inglesa New Science, preparada para celebrar o dia da mentira. O caso Boimate, como é conhecido, entrou para a mitologia jornalística como a maior “barriga” (notícia inverídica) de todos os tempos. O affair Flimé tem grandes chances de roubar-lhe o lugar no pódio.

O problema não é apenas a preguiça dos jornalistas que deram ares de verdade à denúncia fajuta. A substituição da informação pelo espetáculo, de fato, tem poder tóxico sobre a inteligência da imprensa e contamina sua disposição de pegar no batente. Mas, é evidente, nesta situação também jogou peso decisivo a arrogância colonial dos brancos de olhos azuis. Canibalismo no Brasil? Terceiro Mundo? Terra de índios, negros e mulatos? Pau na máquina, que se não for verdadeiro, ao menos está bem contado.

A barrigada, que deveria provocar indignação da mídia brasileira e resposta à altura do governo, porque difama a imagem internacional do país, diz muito a respeito de como funcionam os monopólios mundiais da comunicação. Seus donos e operadores, de tão imbuídos do papel de vanguarda cultural do colonialismo, não perdem sequer uma história da carochinha para demonstrar a suposta primazia civilizatória das nações ricas sobre os povos do sul.



*Breno Altman é jornalista e diretor editorial do site Opera Mundi

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Discurso do Lula em MS

O discurso do presidente Lula no comício em Campo Grande/MS no dia 23/08/2010

“A doença pior que existe na humanidade é o preconceito”
E eu seu quanto preconceito eu fui vítima neste País
Hoje eu brinco com o preconceito…
Hoje eu “menas laranja”, as pessoas acham engraçado
Mas quanto eu falava em 89 eu era um “anarfa”
Porque a ignorância dos que me achava “anarfa”
Era de confundir a inteligência com o conhecimento
e o aprendizado de um banco da escolaridade
A ignorância…
A ignorância de algumas pessoas que
achavam que só tinha valor aquilo que vinha de fora
É americano?. É maravilhoso!
É europeu?. É extraordinário!
É chinês?. É fantástico!
É japonês?. É não sei o quê lá!
E se comportavam como se fossem
cidadãos de 2ª classe ou verdadeiros “vira latas”
que não se respeitavam e que
não tinham auto-estima por si mesmos
Quantas vezes me disseram….
Eu lembro, Zeca, como se fosse hoje:
Um dia eu estava almoçando na “Folha de São Paulo”,
e o diretor da “Folha de São Paulo” perguntou pra mim:
“Mas assim não é possível!”
“Não é possível, o Brasil
preciso ter um presidente que fala inglês?”
E eu perguntei pra ele: “Alguém já
perguntou se o Bill Clinton fala português?”
Nãaaooo!
Mas eles achavam…
Eles achavam que o Bill Clinton
não tinha obrigação de falar português
Era eu, o subalterno do país colonizado que
tinha que falar inglês e não ele falar português
Teve uma hora, Zeca, que eu me
senti chateado e levantei da mesa
E falei: “Eu não vim aqui pra
dar entrevista, eu vim pra almoçar”
“Se isso é uma entrevista eu vou embora”
E levantei, larguei o almoço,
peguei o elevador e fui embora
“Vou terminar o meu mandato, Zeca, sem precisar
ter almoçado em nenhum Jornal e nenhuma Televisão”
Também nunca faltei com
o respeito com nenhum deles
Já faltaram com o respeito comigo
E você sabem o
que já fizeram comigo
eu teria 0% na pesquisa e não 80%
de bom e ótimo, como nós temos neste Paí

Amplia a vantagem

A lembrança que fiz sobre a possibilidadeda substituição do candidato Serra é cada vez mais viável. A lei permite, até 24 horas do pleito. Os motivos vários, renúncia, falecimento, impedimento da justiça etc.
No caso de Serra, seria para frear a debandada de políticos que já començam a aderir a Dilma. fala-se até na liberação da lei de fidelidade partidária em 2011 e a criação
de um novo partido que abrigaria dissidentes do PSDB,DEM,PPS e outros. Falando sério não há novos motivos para Dilma subir nas pesquisas e nem Serra para cair.
Nesta altura do campeonato, a Dilma sobe porque sobe e o Serra desce porque já estava descendo.
Um fato novo seria por exemplo o lançamento do Aécio, que se não virasse o jogo, diminuiría o estouro da manada e se credenciava com lider da oposição, que deverá ser ocupado ou disputado pelo Alkimin, se ganhar a eleição.
Veja a nova pesquisa....



Ampliação de vantagem
Datafolha: Dilma tem 49%, e Serra 29%


RIO - A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, ampliou de 17 para 20 pontos a vantagem sobre seu principal adversário, José Serra, do PSDB, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira pelo jornal "Folha de S. Paulo". A petista subiu dois pontos e tem agora 49% das intenções de voto, contra 29% do tucano, que caiu um ponto.

O levantamento encomendado pela "Folha de S. Paulo" e pela Rede Globo, indica que Dilma lidera em segmentos que antes eram redutos de Serra. A petista passou o tucano em São Paulo, no Rio Grande do Sul e entre os eleitores com maior renda.

Na pesquisa, a candidata do PV ao Palácio do Planalto, Marina Silva, tem 9% da preferência do eleitorado. Os demais candidatos não pontuaram. A margem de erro é de dois pontos percentuais. Os votos brancos e nulos somam 4%, e 8% não souberam em quem vão votar ou não responderam.

Considerando apenas os votos válidos, ou seja, descontando brancos e nulos, a pesquisa afirma que Dilma alcança 55%, o que seria suficiente para elegê-la já no primeiro turno. Serra fica com 33%, e Marina, com 10%.

De acordo com o Datafolha, num eventual segundo turno entre Dilma e Serra, a petista teria 55% e o tucano, 36%. Na pesquisa anterior, Dilma tinha 53% das intenções de voto, e Serra, 39%.

A pesquisa realizada entre os dias 23 e 24 de agosto, com 10.820 entrevistados em todo o país, foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 25473/2010

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Pedágios , compare !

“Nas estradas que nós fizemos concessões para ir de São Paulo a Belo Horizonte, são 590 km, uma pessoa com seu carro e sua família paga apenas R$ 7,70. Na via Anhanguera, para ir até Ribeirão Preto, para andar pouco mais de 300 km, o pedágio é R$ 43?, disse Lula em Osasco semana passada.

Pedágios, FSP defende Serra

O cmpanheiro Jose Augusto Valente, coloca uma pá de cal na confusão da Folha. Acesse o Portal T1 para maiores informações sobre pedágios...


Equívocos em matéria da Folha sobre os pedágios em rodovias federais
Enviada em 23 de agosto de 2010imprimir - enviar para um amigo

Matéria da Folha de São Paulo de hoje, com o título “Artifício infla desconto de pedágio em estradas federais”, faz uma grande confusão sobre o assunto, não informando adequadamente os seus leitores. Alguns me pediram para escrever sobre a matéria, o que faço agora.

1. A matéria traz o subtítulo “TCU aponta que governo Lula usou em licitações dados subestimados de tráfego” e diz o seguinte “Os documentos (examinados pelo TCU) atribuem às estradas um volume de veículos menor do que o real, ao incluir estatísticas de tráfego de três anos antes.”

Quando da apresentação da proposta de modelagem da ANTT, o TCU e, em seguida, o Ministério da Fazenda exigiram que a TIR (Taxa Interna de Retorno) do plano de negócios da concessionária fosse reduzida de 18% (como estava no Edital do governo Fernando Henrique, devido ao cenário do negócio e da SELIC) para 12,88% e 8,95%, respectivamente. O REIDI (clique aqui) fez com que diminuisse esse valor.

O empresariado afirmou que, com essa TIR tão reduzida, dificilmente haveria concorrentes no leilão. Na realidade, houve 30 empresas concorrentes e a taxa de retorno se mostrou até um pouco excessiva, pois o deságio médio foi de 46,39%. (clique aqui para ler matéria da época, no site NTC&Logística)

Com a redução da TIR em quase 4 pontos percentuais, em relação ao que propunha o TCU, qualquer defasagem no cálculo do tráfego futuro tornou-se irrelevante.

Aliás, o estudo de tráfego do poder concedente só serve para estimar as intervenções necessárias que deverão constar do Edital da concessão, quanto a restauração e aumento de capacidade, para chegar ao valor-teto da tarifa.

Para a licitação, o que vale mesmo são os estudos de tráfego dos proponentes, que gerarão seus planos de negócios para o empreendimento.

Com essa significativa redução da TIR, qualquer erro de tráfego afeta quase nada.

2. Outro erro grave da matéria, que leva à confusão do leitor, é passar a idéia que maior volume de tráfego significa apenas mais receita para a concessionária.

O crescimento acelerado da economia gera um também considerável aumento do número de carretas em circulação nas rodovias concedidas.

Qualquer projetista junior sabe que o que desgasta mesmo a estrutura do pavimento é a quantidade de eixos-padrão de caminhão. Assim, quanto mais cresce a economia, mais caminhões pesados circulam nas rodovias. Com isso, maior o desgaste e, consequentemente, maior o gasto com a recuperação da rodovia.

Além disso, quanto maior o número de carretas e automóveis, menor o nível de serviço da rodovia, com a redução de velocidade operacional, chegando a situações de congestionamento em alguns horários do dia.

Nesse contratos dos sete lotes, há a previsão de “gatilho”, que funciona mais ou menos assim: assim que começa a cair o nível de serviço, obras de aumento de capacidade (terceiras-faixas, duplicação, novas intereseções e viadutos) têm que ser iniciados. Porque é exigida da concessionária a manutenção de níveis de serviço internacionalmente definidos.

Assim, o dinheiro que entra pela receita sai proporcionalmente pela porta da despesa.

Ao contrário do que quer faze crer a matéria da Folha, quanto maior o volume de tráfego, maior a despesa.

A conclusão a que pretende fazer chegar a matéria de que o governo Lula capitalizou politicamente com as baixas tarifas de pedágio, através do “artifício” de subestimar o volume de tráfego não se sustenta técnica e economicamente.

José Augusto Valente - Diretor Técnico do T1

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Apagão Logístico ?

A diferença entre os Governos LULA e FHC, você lê neste artigo do Caderno Economia e Negócios do Estadão. Hoje discutimos a logística, no passado era a recessão.
Leiam


23 de agosto de 2010 | 0h 00
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Retrato de um país que pode parar

O tão falado apagão logístico virou realidade e gargalos na infraestrutura põem em risco a competitividade do País

Renée Pereira - O Estado de S.Paulo

comentário


Tópicos:

No início deste mês, a fila de navios à espera de autorização para atracar no Porto de Santos, maior da América Latina, bateu novo recorde: o congestionamento chegou a 119 navios parados, enquanto em dias normais esse número não passa de 10. No transporte aéreo, o Aeroporto de Guarulhos, o maior do Brasil, teve de fazer mutirão para liberar cargas que estavam ao relento por falta de áreas para armazenagem. Cenas como essas revelam que o alerta feito por inúmeros especialistas, vistos pelo governo como catastrofistas, não era mero achismo. O apagão logístico virou realidade no Brasil e será um dos maiores desafios para o próximo governo.

No ano passado, por causa da crise financeira mundial, os gargalos foram amenizados. Mas bastou o País reagir e crescer acima da média para os problemas voltarem com força. Na área de transporte, falta tudo. As estradas continuam em péssima qualidade, especialmente as que atendem o agronegócio, concentrado no Centro-Oeste. O mais lógico seria escoar a safra pelos portos da Região Norte. Mas grande parte dos grãos exportados sai pelos portos do Sul e do Sudeste, depois de percorrer milhares de quilômetros de estradas.

O caminho para atingir os terminais do Norte é precário, cheio de obstáculos, como é o caso da BR-163, que liga Cuiabá a Santarém. Mas, hoje, mesmo que houvesse rodovias adequadas para escoar a produção pelo Norte, os portos da região não têm capacidade para atender toda a demanda, afirma o diretor-geral da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais, Sérgio Teixeira Mendes. O resultado é que quase toda a safra vai para Santos e Paranaguá.

Apesar dos investimentos em andamento, os dois portos vivem em constante colapso. Nas últimas semanas, Santos virou um estacionamento de navios que não conseguiam atracar. Mais uma vez a culpa é de São Pedro e do aumento das exportações de açúcar. O porto não tem infraestrutura para embarcar o produto quando chove. Resultado: tudo para.

A degradação da infraestrutura do Brasil não se limita à parte logística. Um dos setores mais atrasados é o de saneamento básico. O País ainda registra números alarmantes de excluídos dos serviços públicos, considerados essenciais para o bem-estar da população. Apesar dos programas de universalização criados pelo governo, milhares de brasileiros ainda não sabem o que é ter luz e água - seja tratada ou não - dentro de casa. Telefone e coleta de esgoto são serviços que nem passam pela cabeça de muitas famílias.

O setor de energia, depois do racionamento de 2001, parece estar entrando nos eixos. Mas a tarifa cobrada do consumidor ainda é uma das maiores do mundo, alerta o diretor da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Carlos Cavalcanti.

1-Portos
Responsáveis por 95% do comércio exterior brasileiro, os portos viraram o grande entrave ao crescimento do País. Todo ano a história se repete: basta começar a safra de grãos para os problemas virem à tona, como as gigantescas filas de caminhões nas rodovias e de navios no mar. A situação é decorrente dos longos anos sem investimentos, que condenaram alguns terminais à estagnação e decadência.

Algumas ações tentam recuperar a capacidade dos portos, como o Programa Nacional de Dragagem (PND), mas o resultado ainda é limitado. O objetivo é atacar uma das principais deficiências dos terminais: a baixa profundidade dos canais para receber grandes embarcações. Com as novas gerações de navios, muitos portos já saíram da rota dos armadores.

O resultado foi a maior concentração de escalas no Sul e Sudeste, onde o sistema portuário já está saturado. Em Santos e Paranaguá, os maiores do País, os acessos terrestres são o maior obstáculo. Mas há também carência na infraestrutura de alguns terminais, que não conseguem operar em períodos de chuva, por exemplo.
Apesar de algumas iniciativas, a velocidade de investimentos não tem sido compatível com a demanda. A solução do problema exige atuação mais firme.


2- Ferrovias O renascimento da ferrovia no Brasil está diretamente ligado ao avanço do agronegócio e do setor mineral. Seu alcance, no entanto, ainda é muito limitado. A malha nacional tem apenas 28 mil quilômetros (km) de extensão e ainda não consegue atender áreas que se transformaram em grande produtoras de grãos, como Mato Grosso.
Mas a ferrovia brasileira não é apenas pequena. Ela também é muito mal aproveitada. Segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), apenas 10% das ferrovias (3 mil km) estão plenamente ocupadas. Outros 7 mil km estão sendo usados abaixo da capacidade e 18 mil km são subutilizados.

Além de pequena, ela atinge poucos setores da economia. Até o ano passado, apenas dez produtos, quase todos granéis para exportação, somavam 91% de tudo que era transportado. Só o carregamento de minério de ferro representou 74,37% da movimentação das ferrovias.
Para completar a lista de problemas, alguns gargalos reduzem a eficiência do transporte, pois diminuem a velocidade do trem. Um deles é a invasão da faixa de domínio, como a construção de casas à beira dos trilhos. No total, são 372 pontos, sendo 183 invasões de moradias. Outro problema são as passagens de nível (cruzamento de carros, por exemplo), que somam 12 mil em todo o País.


3- Rodovias
A matriz brasileira de transporte é quase toda baseada em rodovias. Hoje 60% de toda carga movimentada no País é transportada por caminhões. Teoricamente, isso implicaria ter uma malha rodoviária boa para atender à demanda, cada vez mais crescente. Mas essa não é uma realidade no Brasil, que tem apenas 11% da malha nacional pavimentada.

Hoje há estradas de terra batida que fazem parte de importantes corredores de exportação. É o caso, por exemplo, da BR-163, entre Cuiabá e Santarém. Embora pareça mais uma trilha, a rodovia é caminho para o transporte de soja exportada pelos portos do Norte. Parte da estrada está em obras. A previsão para o término é 2012.
Até o ano passado, 69% das estradas pavimentadas no Brasil eram classificadas como ruins, péssimas ou regulares, segundo a Pesquisa Rodoviária 2009, da Confederação Nacional dos Transportes (CNT). Apenas 13,5% das estradas foram considerados ótimos e 17,5%, bons.

De acordo com o estudo, a má qualidade das estradas provoca aumento médio de 28% no custo do transporte rodoviário de carga. Só em relação ao consumo de combustível, o aumento do custo de transporte pode chegar a 5%, comparado aos veículos que trafegam em rodovias com excelente pavimentação, como as de São Paulo.

4. Aeroportos
O setor aéreo foi o último a integrar a lista de gargalos da infraestrutura nacional. No caso do transporte de passageiros, o aumento da demanda evidenciou a falta de planejamento do setor, que a exemplo das outras áreas da infraestrutura também padeceu durante décadas sem investimentos adequados.

Nos últimos anos, viajar de avião virou um teste de paciência para os passageiros, que nunca sabem se chegarão ao seu destino na data prevista. Se nada for feito com urgência, a tendência é piorar ainda mais. De acordo com estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o transporte aéreo de passageiros no Brasil deve triplicar nos próximos 20 anos.

No setor de carga, a situação não é muito diferente. Com o aumento no volume de importações (superior a 40%), os terminais entraram em colapso. Os problemas são iguais aos dos portos: faltam áreas de armazenagem, instalações (câmaras refrigeradas) para produtos especiais e mão de obra suficiente para liberar as mercadorias dentro de padrões internacionais.

Sem áreas suficientes, as cargas são armazenadas ao relento, no pátio, ao lado dos aviões. Ao ficarem expostas ao sol ou à chuva, muitas mercadorias são danificadas, o que complica ainda mais o processo de retirada do produto da área alfandegária.
Em alguns casos, os terminais demoram mais para liberar a mercadoria do que o tempo que ela gastou para sair do país de origem e chegar ao Brasil. O problema também tem afetado o embarque de produtos exportados.


5. Energia
Depois de passar pelo racionamento de 2001, o setor de energia elétrica conseguiu criar uma cultura de planejamento. Pelo menos na área de geração de energia elétrica. Todos os anos, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), estatal responsável pelos estudos de novos empreendimentos, põe à disposição projetos para serem leiloados e construídos. O lado negativo é que quando não há projetos hidrelétricos para serem concedidos, a estatal recorre às térmicas movidas a óleo diesel e óleo combustível, mais caras e poluentes. De qualquer forma, o governo tem conseguido afastar o risco de racionamento.

Mas, se na geração os riscos estão mais controlados, a distribuição tem revelado sinais de saturação. No fim do ano passado e início deste ano, os brasileiros enfrentaram uma série de blecautes localizados, além do apagão de novembro, que atingiu 18 Estados. Os desligamentos provocaram a piora na qualidade da energia entregue aos brasileiros.
Em 2009, pela primeira vez desde a privatização, os indicadores superaram as metas estabelecidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de 17,9 horas. Na avaliação de especialistas, uma das explicações é a falta de manutenção da rede. Outro problema que atormenta os brasileiros é o preço da conta de luz, uma das mais altas do mundo por causa da elevada carga tributária.

6. Saneamento
Durante muitos anos, o atraso do Brasil no setor de saneamento básico foi atribuído à falta de um marco regulatório adequado para atrair a iniciativa privada. As novas regras vieram em 2006, depois de 20 anos de atraso, mas até hoje os investimentos não deslancharam. Nos últimos anos, o governo federal reforçou o orçamento para a área por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

O problema, que antes era dinheiro, passou a ser a falta de projetos. Para conseguir o capital, as prefeituras precisavam apresentar o projeto das obras, mas boa parte não conseguiu cumprir o requisito. Resultado: uma parcela significativa da população continua sem os serviços básicos de saneamento.
Um exemplo disso é a capital de Rondônia, Porto Velho. Quase toda a cidade não tem esgoto tratado nem água potável. As obras apenas começaram a sair do papel por causa das hidrelétricas do Rio Madeira, Santo Antônio e Jirau, que tornaram a região mais visível no cenário nacional.

De acordo com os últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referentes a 2008, apenas 52,5% da população brasileira é atendida por rede de esgoto. No caso do abastecimento de água, o número é melhor: 82% da população tem água em suas moradias.

domingo, 22 de agosto de 2010

17 PONTOS MAS DEVAGAR COM O ANDOR

Por motivos vários deixamos de cuidar deste blog. Voltamos agora definitivamente. O cenário da política nacional é totalmente favorável ao que sempre defendemos. Sentimos muito orgulho de poder ver coroado de êxito e reconhecimento da sociedade, o que sempre defendemos para o nosso país."
Dilma é uma realidade. Com 17 pontos na frente de seu principal adversário, vai dar continuidade ao governo de LULA. A escolha de Dilma assegurou a unidade dentro do PT, pois se qualquer outra liderança, e há muitas, fosse apontada, principalmente por LULA, a briga e falta e unidade nos derrotaria sem dúvida.Porém Dilma não é LULA, tem seu espírito próprio, seu estilo.: verdana;
Mas ainda faltam 42 dias, para o três de outubro decisivo. Temos muitas tarefas como lutar por um melhor desempenho na bancada de deputados federais e senadores precisamos levar o companheiro Mercadante ao 2º turno em SP, melhorar a nossa posição em Minas.
Do outro lado, acho que o desespero sta tomando avançando, os tucanos não esperavam por esta, por isto também acredito que possam substituir o candidato a presidente e botar o Aécio para evitar uma derrota acachapante, que leve também o DEM, o PPS e o PV a resultados sofríveis.Na eleição de governador isto já foi feito, como Moreira em 82, que foi o 3º candidato lançado pelo PDS, o avô do atual DEM.

Dilma Presidente !
Gilberto Palmares Estadual !
Luiz Sérgio Federal !
Lindeberg Senador !