quarta-feira, 8 de setembro de 2010

psiquiatria/ Carlos Vereza

Recebi um texto atribuído ao ator Carlos Vereza. Não dá para publicar pois este blog que se propõe amplo, olístico , variado, ainda não comenta psiquiatria, por ser um tema que requer muito conhecimento médico/técnico.

Dilma abre 33 pontos; Serra cai

07/09/2010 - 12:04
Dilma abre 33 pontos; Serra cai

Atualizado às 17h30 de 7.9

Diferença aumenta ainda mais

Acabei de ver agora, no final da tarde, na manchete do portal, que aumentou ainda mais a diferença entre Dilma Roussef, que foi para 56 pontos, e José Serra, agora com 21, no sétimo dia do tracking do Vox Populi/Band/iG. De manhã, quando escrevi o post abaixo, a diferença era de 33 pontos. Subiu para 35. Na matéria do Último Segundo do iG, cientistas políticos explicam o que está acontecendo.

***

Com a divulgação agora diária de nova pesquisa Vox Populi/Bandeirantes/iG, a gente acaba se acostumando com os números, e não se dá conta de que está havendo uma oscilação forte na tendência de voto do eleitorado.

Nos seis dias em que a divulgação do tracking está sendo feita, Dilma vinha subindo mais um pouquinho e Serra caindo mais um pouquinho a cada 24 horas, com a “boca do jacaré” das curvas dos candidatos se abrindo vagarosamente.

Mas, nesta segunda-feira, no auge da campanha contra Dilma e o governo desencadeada no horário eleitoral de Serra com base no noticiário da mídia sobre a violação de sigilo fiscal de tucanos, pela primeira vez a candidata do PT cresceu acima da margem de erro, que é de 2,2%. Também Serra caiu acima da margem de erro.

Ela foi para 55% e ele caiu para 22%, abrindo uma diferença de 33 pontos, a maior já registrada pelas pesquisas no primeiro turno de uma campanha eleitoral desde que o Brasil voltou a votar para presidente da República, em 1989.

Quando o tracking começou a ser divulgado, no dia 1º de setembro, Dilma tinha 51% e Serra 25% _ a diferença era de “apenas” 26 pontos. Ou seja, a distância entre os dois aumentou mais de um ponto por dia.

Aconteceu o contrário do esperado pelos colunistas chapas-pretas e assessores luas-brancas, que estavam à espera do chamado “fato novo”. A enxurrada de denúncias feitas todos os dias contra petistas pela quebra do sigilo fiscal de Veronica, filha do candidato tucano, e outras pessoas próximas a ele, não só não abalou os índices de Dilma até agora como está fazendo Serra cair para seu nível mais baixo, aproximando-se dos 20%.

Enquanto aumentam os índices de rejeição a Serra em todas as pesquisas, cresceram os números a favor de Dilma na pesquisa espontânea do Vox Populi: agora ela tem 44% contra 17%.

Faltando 26 dias para a eleição, claro que estes números ainda podem mudar e levar a disputa para o segundo turno. Até o momento, porém, nada indica que isto vá acontecer, a não ser que surja um outro “fato novo”.

Autor: Ricardo Kotscho
07/09/2010 - 12:04
Dilma abre 33 pontos; Serra cai

Atualizado às 17h30 de 7.9

Diferença aumenta ainda mais

Acabei de ver agora, no final da tarde, na manchete do portal, que aumentou ainda mais a diferença entre Dilma Roussef, que foi para 56 pontos, e José Serra, agora com 21, no sétimo dia do tracking do Vox Populi/Band/iG. De manhã, quando escrevi o post abaixo, a diferença era de 33 pontos. Subiu para 35. Na matéria do Último Segundo do iG, cientistas políticos explicam o que está acontecendo.

***

Com a divulgação agora diária de nova pesquisa Vox Populi/Bandeirantes/iG, a gente acaba se acostumando com os números, e não se dá conta de que está havendo uma oscilação forte na tendência de voto do eleitorado.

Nos seis dias em que a divulgação do tracking está sendo feita, Dilma vinha subindo mais um pouquinho e Serra caindo mais um pouquinho a cada 24 horas, com a “boca do jacaré” das curvas dos candidatos se abrindo vagarosamente.

Mas, nesta segunda-feira, no auge da campanha contra Dilma e o governo desencadeada no horário eleitoral de Serra com base no noticiário da mídia sobre a violação de sigilo fiscal de tucanos, pela primeira vez a candidata do PT cresceu acima da margem de erro, que é de 2,2%. Também Serra caiu acima da margem de erro.

Ela foi para 55% e ele caiu para 22%, abrindo uma diferença de 33 pontos, a maior já registrada pelas pesquisas no primeiro turno de uma campanha eleitoral desde que o Brasil voltou a votar para presidente da República, em 1989.

Quando o tracking começou a ser divulgado, no dia 1º de setembro, Dilma tinha 51% e Serra 25% _ a diferença era de “apenas” 26 pontos. Ou seja, a distância entre os dois aumentou mais de um ponto por dia.

Aconteceu o contrário do esperado pelos colunistas chapas-pretas e assessores luas-brancas, que estavam à espera do chamado “fato novo”. A enxurrada de denúncias feitas todos os dias contra petistas pela quebra do sigilo fiscal de Veronica, filha do candidato tucano, e outras pessoas próximas a ele, não só não abalou os índices de Dilma até agora como está fazendo Serra cair para seu nível mais baixo, aproximando-se dos 20%.

Enquanto aumentam os índices de rejeição a Serra em todas as pesquisas, cresceram os números a favor de Dilma na pesquisa espontânea do Vox Populi: agora ela tem 44% contra 17%.

Faltando 26 dias para a eleição, claro que estes números ainda podem mudar e levar a disputa para o segundo turno. Até o momento, porém, nada indica que isto vá acontecer, a não ser que surja um outro “fato novo”.

Autor: Ricardo Kotscho

Independência ou Morte Tracking 7/9 Vox Populi/Band: Dilma 56%; Serra 21%

Tracking 7/9 Vox Populi/Band: Dilma 56%; Serra 21%





mostrar detalhes 22:21 (6 horas atrás)

Tracking Vox Populi/Band/iG: Dilma 56%, Serra 21%
Cientistas políticos afirmam que o caso da violação de sigilo da filha de José Serra (PSDB) não alterou a escolha do eleitor

iG São Paulo | 07/09/2010 17:02

No sétimo dia das medições do tracking Vox Populi/Band/iG para a eleição presidencial, a petista Dilma Rousseff obteve 56% e o tucano José Serra 21% das intenções de voto. Em relação ao primeiro dia da medição, no dia 1 º de setembro, a petista oscilou positivamente cinco pontos percentuais. O candidato tucano teve oscilação negativa de quatro pontos percentuais. A margem de erro é de 2,2 pontos. No dia 1º de setembro, Dilma tinha 51% e Serra 25%.

A candidata Marina Silva (PV), terceira colocada, manteve-se com 8% das intenções de voto. Brancos e nulos são 4%, indecisos somam 10%, mesmo índice do levantamento do dia anterior, e os outros candidatos têm 1%.

A pesquisa, publicada diariamente pelo iG, ouve novos 500 eleitores a cada dia. A amostra é totalmente renovada a cada quatro dias, quando são totalizados 2.000 entrevistados.

Na pesquisa espontânea, quando o nome do candidato não é apresentado ao entrevistado, Dilma oscilou positivamente um ponto e tem 45%, Serra por sua vez oscilou negativamente e marca 16%, um ponto a menos que na sondagem anterior. Marina Silva manteve-se com 6%.

A petista apresentou melhora de três pontos da região Sudeste, onde tem 49%. Serra oscilou negativamente três pontos, para 22%. Na região Centro-Oeste/Norte, Dilma passou de 55% para 54%, enquanto Serra ficou estável em 25%. Na região Sul, Dilma oscilou de 53% para 51% e Serra, de 25% para 24%. No Nordeste, Dilma passou de 71% para 70% e Serra, de 15% para 16%.

Violação de sigilo não mudou escolha

De acordo com cientistas políticos ouvidos pelo iG, o movimento apresentado pelo tracking evidencia que a violação do sigilo fiscal de pessoas ligadas ao PSDB e de Verônica Allende Serra, filha do presidenciável tucano, não interferiu na escolha do eleitor. “A Dilma ficou uma semana sob fogo cruzado, mas a crise (da quebra do sigilo) não colou na campanha”, afirma Marco Antônio Carvalho Teixeira, cientista político e pesquisador da PUC-SP e da Fundação Getúlio Vargas.

Para Murilo de Aragão, cientista político e presidente da Arko Advice Consultoria, “a maioria esmagadora dos eleitores já optou pela candidata do Lula e o episódio do sigilo, em que pese a gravidade do assunto, não teve repercussão para o eleitorado”. Segundo Aragão, os eleitores tendem a enxergar o mundo político como uma realidade à parte. E, por isso, o escândalo da violação do sigilo está distante do eleitorado.

“A tendência das eleições está dada”, afirmou o presidente da Arko Advice. Ele diz que desde o ano passado já esperava uma vitória da candidata petista no primeiro turno, mas a grande surpresa no processo eleitoral “é a tamanha vantagem da Dilma”. Com relação ao candidato tucano, Aragão vaticina: “Serra está perdido. Hoje ele é um passageiro da campanha”.

Ainda em relação ao escândalo do sigilo, Teixeira diz que “Serra deu um tiro no pé” ao atribuir a Dilma a quebra do sigilo e, logo no início, pedir ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a impugnação da candidatura petista. “Ao negar o pedido, o TSE sinalizou que o problema pode ser do PT, mas não é da campanha da Dilma”, diz o cientista político. Segundo ele, os tucanos também caíram em uma saia justa com as denúncias, no Rio Grande do Sul, de que um sargento que atuava na Casa Militar responsável pela segurança da governadora Yeda Crusius (PSDB) teria acessado dados confidenciais do candidato Tarso Genro (PT).

Murilo de Aragão também busca no passado uma explicação. “A derrota de Serra começou a ser escrita oito anos atrás”. De acordo com ele, o PSDB não traçou uma estratégia para voltar ao poder. “O PSDB se organizou apenas em torno do prestígio dos seus cardeais e não soube explorar as falhas do governo Lula”, afirma. Segundo ele, as únicas ocasiões em que os tucanos tiveram alguma chance de ganhar eleições aconteceram em “episódios fortuitos”, como o mensalão.

O presidente da Arko Advice faz uma analogia para ilustrar em que situação está a disputa eleitoral. “Imagine uma luta de boxe. A Dilma está vencendo por seis a três e falta apenas um último assalto para terminar o embate. O que ela tem que fazer é evitar o choque. E o Serra só pode vencer por nocaute”.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Cancelamento de assinatura de jornal

Eu sei que é duro, nós que sempre estamos informados sobre tudo e principalmente o nosso PT. Ao cancelar, você se sente como um excluído. Isto aconteceu comigo, mas a compensação vem de pelo menos duas formas. A primeira é que você não se torna um eremita, pois a informação rola, na internet, no rádio, na tv, face, you tube e o escambal.
A outra é que sempre que ler umas manchetes picaretas no O GLOBO, FSP, Estadão, você será invadido por uma sensação de prazer que lhe falará ao seu interior, não estou colaborando com esta porcaria.
São jornalistas medíocres , sem base, sem fundamento, superficiais. Infelizmente a maioria, aqui e no extwrior. Leia neste blog a seguinte matéria:A mídia é o grande prato do restaurante canibal. è para rolar de rir.

Cancelamento jornal O Globo

Repasso: Cancelamento jornal O Globo



Lima


mostrar detalhes 4 set (1 dia atrás)


Repassando....


Meus amigos:

Há uns 35 anos atrás, enquanto eu cursava o ginásio numa escola estadual de São João de Meriti, uma tia meio doida, professora primária, começou a me enfiar o Jornal do Brasil goela abaixo. O pretexto era simples, sem nenhuma argumentação mais sofisticada: temos que ler jornal todos os dias!

Mas, notem bem: o era Jornal do Brasil! Repito: o Jornal do Brasil, não esse esquálido meio-cadáver que foi enterrado faz poucos dias sem nenhuma carpideira ao lado, sem merecer telegrama de parente distante! Naquele, as emoções eram garantidas por gentes do cabedal dos Drummonds, Carlinhos Oliveiras, Castellinhos... Como a política nacional minguava, o recheio do jornal era feito por quatro ou cinco páginas de Exterior, cuja leitura me proporcionou a centelha para o vivo interesse por História Geral, mantido até hoje. Foi no JB que o Zico, o Mengão campeão do mundo e a Seleção de 82 tiveram a honra das páginas recortadas e guardadas. Além disso, o JB foi o órgão da imprensa burguesa no qual acompanhei as alegrias e dissabores do primeiro PT. Até hoje tenho, nos meus arquivos, o caderno especial que registrou as vitórias nas eleições municipais de 88, revelando ao Brasil desconhecidos como Olívio Dutra e Luiza Erundina.

À exceção era nas segundas, quando mesmo o JB era meio mixuruca, e só futebol interessava. Mas todo jornal não é assim? Em suma: um respeitável jornal conservador, digno de ser lido com a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranqüilo.



Conforme o JB foi ficando minguado e sem graça, fui, muito contra a vontade e por falta de opção, me transferindo pr’O Globo. É difícil pensar como é difícil ir de um jornal para outro. É como mudar de casa: assim como demoramos para achar o banheiro ou chegar até o quarto de olhos fechados depois de fazer xixi de madrugada, localizar instantaneamente a página de esportes ou decorar o nome dos articulistas não é coisa que se faça de um dia pro outro.

Pois bem: não é que, com o tempo, me acostumei à já citada página de esportes?! Me habituei a ler a Revista de Programa das sextas ou o encarte de literatura dos sábados! Mas sempre houve zonas proibidas, que mudaram de nome com o tempo, mas que evitei ler, porque minha vida sempre foi curta para ser perdida com besteiras. Não preciso me estender, porque todos sabem: os Mervais, as Leitoas, os Jabores da vida... Tudo bem, é só O Globo, não é o velho JB!

Aguentei muita coisa, até porque, como eu tinha na minha adolescência uma tia maluca, hoje sou pai maluco de um filho adolescente, a quem digo o tempo todo que ler jornais é importante.

Mas há um limite: o golpismo. Aturamos um vizinho chato, falastrão ou de crenças completamente diferentes das nossas. Mas não dá para conviver com um vizinho que deseja derrubar a nossa casa.

A direita brasileira não desenvolveu partidos orgânicos nem renovou significativamente suas lideranças nos últimos anos. Hoje, são os filhos que herdam seus partidos, como se fosse capitanias hereditárias (talvez eles ainda pensem que estão lá). O problema é deles, que sempre se serviram das estruturas do Estado e não precisaram lutar para ter autonomia e nem para criar sua militância. Mas a democracia é algo sério demais para ficar brincando com manchetes sem prova, com artigos (como o do Merval de hoje, dizendo que a democracia brasileira está em risco... por causa do PT). A vontade da maioria não pode ser golpeada em nome de uma bela palavra que, para essa mesma direita, sempre teve um sentido puramente instrumental.
Hoje, depois de muito lero-lero, finalmente dei um basta em três décadas e meia de hábito: suspendi definitivamente a assinatura d’O Globo. Decidi me informar por blogs e edições eletrônicas. Pensei na parte boa; é menos papel para ter que arrumar!
Quando achei que estava tudo acabado, recebi da atendente (muito profissional e gentil) a seguinte proposta; suspender o envio do jornal até o dia 5 de outubro, ou seja, após as eleições!!!

Meu Deus! Não se contentando em sustentar um golpe contra a democracia, o jornal propõe um golpe contra o assinante! Me poupam da campanha eleitoral, e depois tudo volta ao normal?!

É golpe demais para o meu coração!



Alvaro Senra, em 02 de setembro de 2010, meu último dia como assinante de jorna

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Feliz 2011 !

O Partido da Imprensa Golpista não dá tréguas. Sua visão crítica e da costumeira má vontade com o governo LULA, agora foi herdada por Dilma. Primeiro por que mudou o cabelo e a roupa ? Uma hora acusa a Dilma de tramar o dossiê contra tucanos, outra de bisbilhotar o imposto de renda da filha do seu adversário, especula que ela fará um ajuste fiscal, ou de fulano ou beltrano será ministro.
Esquece que roupa, cabelo de qualquer candidato tem que ser bem produzida e de boa qualidade, pois o eleitor repudia quem não sabe cuidar de si, principalmente se for mulher.
A questão do dossiê é bem velha, e o PSDB/Demo são campeões em violação do painel do congresso, grampo do BNDES, pasta rosa e votação da emenda da reeleição de FHC.
A violação do sigilo que se discute nesta campanha, foi realizada em setembro, quando Dilma não era candidata e a denúncia foi convenientemente guardada para estourar na campanha. Há trinta dias mais ou menos morreu o ator que deu a bengalada no Zé Dirceu. Mas até agora a campanha do PSDB não acusa a Dilma de nada.
O ajuste fiscal foi muita bem rebatida por Dilma. A inflação está sob controle, as reservas com mais de 200 bilhões de dólares, a dívida caindo em relação ao PIB. Tá tudo certo, não, precisamos gastar melhor, precisamos de projetos menos onerosos.
Quanto aos ministros é uma piada, jogo de especulação. A imprensa chutou dezenas de nomes, claro que um ou outro será confirmado no governo Dilma, e aí na maior cara de pau, o jornalista dirá: conforme adiantamos em agosto do ano passado, fulano será ministro.
A imprensa que gosta do Serra, o está prejudicando com o clima de campanha decidida e de colocar na cabeça do eleitor que já estamos em 20011, pois todo o noticiário gira de forma a prever o que vai acontecer daqui há 120 dias, levando o leitor a discutir ou pensar em favas contadas. O COPON, decidiu manter a taxa de juros, claro que foi devido a campanha eleitoral não D. Mirian ?

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

RESUMO DAS NOTICIAS DO DIA

RESUMO DAS NOTICIAS DO DIA
setembro 1st, 2010 | Autor: Carlos Honorato

Nacionais:

- Indústrias se preparam para um Natal ‘forte’. Pesquisa da FGV revela que 57,1% esperam que a situação dos negócios, em seis meses, seja melhor que a registrada nos mesmos meses de 2009; (2)

- Grupo fura poço e acha gás no São Francisco. Consórcio liderado pela Orteng informou ter encontrado o combustível na Bacia do São Francisco, em Morada Nova de Minas, na Região Central. O volume localizado ainda está em análise. (1)

- Para mais de 70% das famílias, orçamento atual é melhor do que há um ano; (3)

Política

- Lula diz que se dedicará ao debate sobre reforma política após mandato; (3)

- Lula agora prioriza eleição de bancada forte; (4)

- Lula reitera intenção de trabalhar pela A.Latina e África a partir de 2011; (6)

- Na TV, Dilma enfatiza geração de emprego. No horário eleitoral gratuito de hoje (31) à noite, a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, destacou a geração de emprego e a distribuição de renda propiciadas pelo governo do PT à frente do Palácio do Planalto; (2)

- Dilma: país está chegando quase no pleno emprego; (2)

- Dilma diz que, se eleita, vai discutir mínimo com centrais sindicais; (2)

- Dilma – ProUni muda a realidade do ensino superior; (2)

- Dilma acusa oposição de ‘uso eleitoral’ do vazamento de dados da Receita. Em entrevista ao Jornal da Globo, a petista disse que rivais têm histórico de vazamentos e grampos; (2)

- Mercadante confirma Lula e Dilma no final da campanha; (2)

- Vitória de Dilma abre discussão sobre sucessão de Michel Temer no PMDB. (2)

Esportes:

- Lula recebe título de Torcedor Símbolo do Centenário; (2)

- Detalhes do projeto do novo estádio do Corinthians são revelados. Capacidade para 48 mil lugares é mantida; abertura da Copa na cidade de São Paulo depende da Fifa; (2)

- Milan acerta a contratação de Robinho por 15 milhões de euros. (2)

Internacionais:

- Obama põe fim à guerra no Iraque. Presidente anuncia que as missões de combate dos EUA naquele país estão encerradas. Cerca de 4,4 mil militares americanos morreram em combate desde 2003; (1)

Brasília/DF:

- TSE também nega registro a Roriz. Por 6 votos a 1, o Tribunal Superior Eleitoral confirmou a inelegibilidade de Joaquim Roriz, candidato a governador do Distrito Federal pelo PSC. Os ministros rejeitaram o recurso apresentado pelos advogados de defesa e reiteraram a decisão do TRE de enquadrar Roriz com base na Lei da Ficha Limpa. Com o veredicto de ontem, a Justiça Eleitoral concluiu seu entendimento acerca do ex-governador, que renunciou em 2007 para fugir de um processo de cassação no Senado; (1)

- O tempo em Brasília ficará hoje entre 13° e 30°. Sol com algumas nuvens. Não chove. (3)

Dilma Presidente

O BRASIL UNIDO POR DEFINIÇÃO EM PRIMEIRO TURNO

Editor:

Carlos Honorato

karlos.honorato2@yahoo.com.br

Dilma: FHC acabou com os Cavaleiros do Zodíaco

Dilma: FHC acabou com os Cavaleiros do Zodíaco

Sensacional: descobrimos que FHC acabou com os Cavaleiros do Zodíaco

E não é que a bugiganga publicada pela Folha, querendo desmoralizar Dilma Rousseff por ela ter sido sócia, nos anos 90 e fora do Governo, de uma lojinha que comprava e revendia pequenos atigos importados, como brinquedos da série “Cavaleiros do Zodíaco,” acabou servindo para uma coisa boa?

É que hoje, ao falar de sua experiência como microempresária, após uma visita à Confederação Nacional da Indústria, Dilma acabou fazendo o feitiço da Folha se voltar contra os feiticeiros.

Não é preciso mais que transcrever o relato dos repórteres da Folha Online para mostrar como:

Entre 1995 e 1996, Dilma foi sócia gerente da Pão & Circo, empresa que importava bugigangas do Panamá para revender a lojistas de Porto Alegre (RS). Artigos de bazar e brinquedos, em especial os dos Cavaleiros do Zodíaco –animação japonesa sobre jovens guerreiros– eram o forte do negócio.”Quando o dólar está 1 por 1 e passa para 2 ou 3 por 1, ele [o microempresário] quebra. É isso que acontece com o microempresário, ele fecha. A minha experiência é essa e de muitos microempresários desse pais”, disse a candidata.

Pronto, graças à bugiganga da Folha, descobrimos quem acabou com os Cavaleiros do Zodíaco, quer dizer, com os pequenos empresários que abriram suas lojinhas de bugigangas acreditando que o real era mais forte que o dólar. Ficou aquela fantasia cambial até depois de ele garantir a reeleição.

Poxa, pararam de importar os brinquedos, quebraram milhares de lojinhas de R$ 0,99, a Manchete, que exibia a série, faliu e os Cavaleiros do Zodíaco, que faziam parte da geração que foi adolescente nos anos 90 ficaram só na memória. Tudo graças ao Mestre Saga, Fernando Henrique Cardoso.

Diretor do Datafolha fala ao Cidadania

Diretor do Datafolha fala ao Cidadania
agosto 31st, 2010 | Autor: Jussara Seixas

Na noite de ontem (30/08), este blogueiro participou de palestra que o diretor do instituto Datafolha, Mauro Paulino, proferiu em um auditório do campus da FMU (Faculdades Metropolitanas Unidas) no bairro da Liberdade, em São Paulo. Ao fim de sua exposição, o palestrante se dispôs a responder a perguntas da platéia. Este blogueiro fez as suas em público e, ao fim do evento, conversou com Paulino em particular. Este post contém um relato que faço de cabeça, pois não fiz anotações, mas que garanto ser fiel ao que ocorreu.

Antes de prosseguir, porém, cumpre-me relatar que o diretor do Datafolha foi bastante gentil, sereno e democrático nas respostas que me deu. Durante a pergunta que lhe fiz ao microfone diante de uma platéia com algumas dezenas de estudantes, revelou que é leitor deste blog. Depois da palestra, quando conversamos em particular, ainda me disse que fica “emocionado” com minha “história de vida”, em alusão ao caso da minha filha Victoria.

Quero esclarecer, também, que nada tenho contra os profissionais da Folha de São Paulo, individualmente. O que me incomoda é o conjunto da obra do jornal, conforme explicação que dei ao palestrante. E como lhe prometi fazer uma matéria correta daquilo que vi e ouvi – e sabendo, agora, que ele me lê –, coloco este blog à sua disposição para que contradiga qualquer impropriedade que julgue que cometi ao relatar o que conversamos.

O auditório em que o diretor do Datafolha palestrou teve ocupação de menos da metade de sua capacidade. Estimo que o evento reuniu cerca de cem pessoas, se tanto. Um público composto, essencialmente, por estudantes de jornalismo. De pessoas maduras, eu, paulino, uma professora da universidade – que fez a abertura e o encerramento da palestra – e um professor da instituição de ensino que estava na platéia e que, ao se manifestar ao microfone para perguntar a Paulino, também se disse leitor deste blog, cumprimentando-me.

A exposição de Paulino, em minha opinião, foi promovida com um viés de demonstrar coerência do trabalho do instituto que dirige diante do que descreveu como uma onda de difamações contra ele.

O diretor do Datafolha reiterou insinuações sobre um caso de erro no registro de pesquisa do instituto Sensus em abril e fez insinuações sobre a metodologia do instituto Vox Populi, repetindo matérias da Folha de São Paulo publicadas em abril que inclusive geraram a representação do Movimento dos Sem Mídia à Procuradoria Geral Eleitoral pedindo investigação do próprio Datafolha e dos outros três grandes institutos de pesquisa.

Também enumerou princípios do Datafolha como o de não trabalhar para partidos ou sindicatos e que supostamente o tornariam superior a outros institutos em termos de lisura do seu trabalho. Ao fim de sua exposição, fiz o questionamento que tinha a fazer e que foi o que me levou ao evento.

A seguir, reproduzo, de cabeça, os questionamentos públicos e particulares que fiz ao diretor do instituto de pesquisa da Folha.

– Em 6, 10 e 26 de abril, o jornal Folha de São Paulo publicou matérias que aludiram a metodologias e outros procedimentos dos institutos Sensus e Vox Populi de forma a insinuar que haveria favorecimento deles à candidatura de Dilma Rousseff. Por outro lado, a blogosfera – os ditos “blogs sujos” a que fez menção o candidato José Serra – passou a levantar suspeitas sobre as sondagens dos institutos Datafolha e Ibope.
Questionado por mim sobre que institutos achava que acertaram mais levando em conta que, em abril deste ano, Sensus e Vox Populi já davam empate técnico entre Dilma Rousseff e José Serra enquanto que o Datafolha dava uma vantagem de até 12 pontos percentuais para o tucano, Paulino explicou que como o seu instituto não dá informações aos entrevistados que podem materializar a decisão que ainda irá tomar quando souber que candidato é de que partido ou qual deles é apoiado por Lula, os institutos concorrentes podem ter captado antes o que ocorreria porque deram esses dados aos entrevistados. E explicou, ainda, que o Datafolha prefere obter um “instantâneo do momento” ao pesquisar as pessoas sem lhes dar informações que esclareçam melhor quem é quem entre os candidatos.

– Diante desses fatos, a Organização Não Governamental Movimento dos Sem Mídia ingressou com representação na Procuradoria Geral Eleitoral pedindo investigação dos quatro grandes institutos de pesquisa – Datafolha, Ibope, Sensus e Vox Populi. A Procuradoria, através da vice-procuradora-geral-eleitoral, doutora Sandra Cureau, acolheu a representação da ONG e oficiou à Superintendência da Polícia Federal em Brasília para que abrisse inquérito policial a fim de investigar os institutos representados.

– Por que o jornal Folha de São Paulo, dono do Datafolha, não informou ao seu público que seu instituto de pesquisa está sendo investigado assim como fez no âmbito de seus questionamentos à metodologia dos institutos Sensus e Vox Populi? O jornal não estaria furtando informação do seu público e decidindo o que ele deve ou não saber?

Paulino respondeu que o Datafolha ainda não foi formalmente informado do inquérito da Polícia Federal e que eu deveria questionar a Folha por não informar aos seus leitores os fatos que apresentei.

O diretor do Datafolha ainda criticou duramente a “difamação” do instituto e assegurou que as acusações a ele são improcedentes. Para mostrar acertos, usou como exemplo a eleição de 1998, quando Mário Covas quase perdeu para Marta Suplicy a vaga no segundo turno da eleição para governador de São Paulo. Contudo, não fez maiores comparações sobre o presente, sobretudo sobre as recentes – e amplas – diferenças entre os números de seu instituto e os de Sensus e Vox Populi.

Diante disso, disse a ele que as acusações e críticas da blogosfera não poderiam ser tão improcedentes porque a Procuradoria Geral Eleitoral acolheu a representação do Movimento dos Sem Mídia e mandou a Polícia Federal investigar, também, o Datafolha. Ao que respondeu que não se admirava por a representação ter sido aceita devido ao grande burburinho que se produziu contra as pesquisas. Contudo, não considerou que as matérias da Folha acusando os institutos concorrentes do seu tiveram algum papel no que considerou estardalhaço imotivado.

Ao fim do evento, a professora da FMU que abriu os trabalhos encerrou-os fazendo duras críticas a estudantes que também questionaram o Datafolha em suas perguntas ao palestrante e que, no entender dela, foram até lá para fazer “campanha política” com suas “bandeiras” e que tal não seria correto porque, sempre em seu entender, jovens ainda não deveriam ter opiniões políticas e certezas tão plenas. Vale ressaltar que estava visivelmente nervosa e com a voz bastante trêmula.

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