Imagem negativa de ex-presidente favorece petista -->
-->Ao analisar a pesquisa encomendada...
Ao analisar a pesquisa encomendada pelo entidade que dirige, o presidente da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), Clésio Andrade, assinalou que a candidata do governo ao Planalto em 2010, Dilma Rousseff, começa a estimular a guerra eleitoral, crescendo nas simulações de voto e se favorecendo da avaliação negativa da imagem do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso."O Serra cai (perdeu 15 pontos em um ano - veja nota acima) em função do apoio do Fernando Henrique, que fala em nome dele, independente dele querer ou não. O apoio ostensivo de FHC é prejudicial", destacou Clésio. Serra cai tanto nas simulações para o 1º quanto nas feitas para o 2º turno. Na pesquisa em que foram incluídos todos os prováveis candidatos à presidência da República na eleição do ano que vem Serra (PSDB) tem 31,8%; Dilma (PT), 21,7%; o deputado Ciro Gomes (PSB-CE), 17,5%; e a senadora Marina Silva (PV), 5,9%.
Fonte : Blog do Zé
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terça-feira, 24 de novembro de 2009
Levantamento vê poder de Lula e FHC de transferir voto -->
-->A pesquisa CNT/Sensus divulgada há pouco...
A pesquisa CNT/Sensus divulgada há pouco, apurou, também, o potencial de transferência de votos do presidente Lula e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso nas eleições do ano que vem.
O percentual de brasileiros que não votariam em um candidato apoiado pelo atual presidente da República baixou de 20,2% em setembro para 16% em novembro. Os que afirmaram que só conhecendo o candidato poderiam fazer uma avaliação passaram de 24,6% para 27,4%.
Já os percentuais dos que só votariam em um candidato apoiado por Lula mantiveram-se estáveis - passaram de 20,8% para 20,1%. Ao mesmo tempo, os que responderam que poderiam votar em um candidato apoiado pelo atual chefe do governo passaram de 31,4% para 31,6%.49,3% não votam em candidato apoiado por FHC
A CNT/Sensus pesquisou, ainda, e pela primeira vez, o potencial de transferência de votos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso: o campo mostrou que 49,3% não votariam em um candidato apoiado por ele. Outros 14,2% adiantaram que poderiam optar por um candidato apoiado por FHC e 27% responderam que só conhecendo o nome poderiam opinar. Apenas 3% consideraram que o candidato apoiado pelo ex-presidente seria o único em quem votariam.Para o presidente da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), o presidenciável mineiro, governador Aécio Neves (PSDB) e a petista, ministra Dilma Rousseff, devem crescer nas intenções de voto.
"Dilma tem mais votos masculinos do que femininos, assim como o Aécio. E o voto masculino, na reta de chegada, acaba puxando o feminino. Se o Aécio continuar no páreo, vai crescer", disse Clésio, acentuando, ainda, o caráter "agregador" de Aécio como outra vantagem em relação ao seu concorrente paulista na legenda, o governador José Serra.
Fonte :Blog do Zé
-->A pesquisa CNT/Sensus divulgada há pouco...
A pesquisa CNT/Sensus divulgada há pouco, apurou, também, o potencial de transferência de votos do presidente Lula e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso nas eleições do ano que vem.
O percentual de brasileiros que não votariam em um candidato apoiado pelo atual presidente da República baixou de 20,2% em setembro para 16% em novembro. Os que afirmaram que só conhecendo o candidato poderiam fazer uma avaliação passaram de 24,6% para 27,4%.
Já os percentuais dos que só votariam em um candidato apoiado por Lula mantiveram-se estáveis - passaram de 20,8% para 20,1%. Ao mesmo tempo, os que responderam que poderiam votar em um candidato apoiado pelo atual chefe do governo passaram de 31,4% para 31,6%.49,3% não votam em candidato apoiado por FHC
A CNT/Sensus pesquisou, ainda, e pela primeira vez, o potencial de transferência de votos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso: o campo mostrou que 49,3% não votariam em um candidato apoiado por ele. Outros 14,2% adiantaram que poderiam optar por um candidato apoiado por FHC e 27% responderam que só conhecendo o nome poderiam opinar. Apenas 3% consideraram que o candidato apoiado pelo ex-presidente seria o único em quem votariam.Para o presidente da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), o presidenciável mineiro, governador Aécio Neves (PSDB) e a petista, ministra Dilma Rousseff, devem crescer nas intenções de voto.
"Dilma tem mais votos masculinos do que femininos, assim como o Aécio. E o voto masculino, na reta de chegada, acaba puxando o feminino. Se o Aécio continuar no páreo, vai crescer", disse Clésio, acentuando, ainda, o caráter "agregador" de Aécio como outra vantagem em relação ao seu concorrente paulista na legenda, o governador José Serra.
Fonte :Blog do Zé
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Dilma 2010
Cenário aponta para vitória de Dilma em 2010 -->
-->Presidenciável do seu PSB, o deputado Ciro...
Presidenciável do seu PSB (se não optar por disputar o governo de São Paulo, para onde transferiu seu título eleitoral), o deputado Ciro Gomes (PSB-CE), ao contrário do que esperavam os corneteiros de ocasião, não passou nossa candidata ao Planalto, minsitra Dilma Rousseff.
Apesar de toda a exposição e espaço conseguidos na mídia exatamente nos dias em que se realizava a pesquisa (leia a nota acima), Ciro tem 17,5%, o que mostra a força do campo governista: os dois juntos, ele e Dilma (ela com seus 21,7%), a postulante do PT e dos partidos da base governista já tem quase 40% dos votos. A candidata presidencial do PV, senadora Marina Silva (PV-AC) continua patinando na casa dos 5,9%.
O levantamento evidencia, assim, que com o apoio ao presidente Lula e a aprovação ao seu governo - que não param de crescer; o PT com renovada direção e unido em torno de Dilma; as alianças se consolidando; e o pais retomando índices de crescimento acima de 6% ao ano, o cenário que se desenha para 2010 é de chances reais de vitória do governo e de sua candidata. Agora, só depende de nós e das alianças, propostas e palanques estaduais. À disputa, à luta, mãos à obra.
Fonte : Blog do Zé
-->Presidenciável do seu PSB, o deputado Ciro...
Presidenciável do seu PSB (se não optar por disputar o governo de São Paulo, para onde transferiu seu título eleitoral), o deputado Ciro Gomes (PSB-CE), ao contrário do que esperavam os corneteiros de ocasião, não passou nossa candidata ao Planalto, minsitra Dilma Rousseff.
Apesar de toda a exposição e espaço conseguidos na mídia exatamente nos dias em que se realizava a pesquisa (leia a nota acima), Ciro tem 17,5%, o que mostra a força do campo governista: os dois juntos, ele e Dilma (ela com seus 21,7%), a postulante do PT e dos partidos da base governista já tem quase 40% dos votos. A candidata presidencial do PV, senadora Marina Silva (PV-AC) continua patinando na casa dos 5,9%.
O levantamento evidencia, assim, que com o apoio ao presidente Lula e a aprovação ao seu governo - que não param de crescer; o PT com renovada direção e unido em torno de Dilma; as alianças se consolidando; e o pais retomando índices de crescimento acima de 6% ao ano, o cenário que se desenha para 2010 é de chances reais de vitória do governo e de sua candidata. Agora, só depende de nós e das alianças, propostas e palanques estaduais. À disputa, à luta, mãos à obra.
Fonte : Blog do Zé
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Pesquisa atesta: Serra caiu 15 pontos em um ano...
Pesquisa atesta: Serra caiu 15 pontos em um ano -->
Realizada entre a 3ª e a 6ª feira (16 a 20.11) da última semana, a pesquisa CNT/Sensus que acaba de ser divulgada, é uma péssima noticia para os tucanos e para toda a oposição.Nela o governo Lula tem 70% de ótimo e bom. Subiu, e muito, já que o governo tinha 65,4% de aprovação na anterior, em setembro. O presidente, também melhorou - ele tinha 76,8% de apoio e foi para 78,9%.Entrevistadas duas mil pessoas, a pior noticia mesmo ficou reservada para a oposição: é a combinação da comparação entre os governos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e os do presidente Lula.
Para 76% da população brasileira, os sete anos do governo Lula são melhores que os oito anos da era FHC. Só 10% acreditam que FHC foi melhor e 11,1% afirmaram que os dois governos são iguais. Para quem tem de enfrentar, como a oposição - e ainda que tente desesperadamente fugir disso - uma campanha eleitoral em que a temática básica será a comparação entre os dois governos, impossível uma pesquisa trazer algo mais trágico.
Mais grave que isso, só mesmo a queda continua do presidenciável tucano paulista, o governador José Serra. Ele cai sem que suba seu concorrente na disputa pela legenda tucana para ser candidato a presidente da República em 2010, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB).Pela pesquisa nossa candidata ao Planalto no ano que vem, a ministra-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Dilma Rousseff, já tem 21,7% contra 31,8% de Serra, que perdeu 15 pontos - 15 pontos! - nos últimos doze meses.
Fonte: Blog do Zé
Realizada entre a 3ª e a 6ª feira (16 a 20.11) da última semana, a pesquisa CNT/Sensus que acaba de ser divulgada, é uma péssima noticia para os tucanos e para toda a oposição.Nela o governo Lula tem 70% de ótimo e bom. Subiu, e muito, já que o governo tinha 65,4% de aprovação na anterior, em setembro. O presidente, também melhorou - ele tinha 76,8% de apoio e foi para 78,9%.Entrevistadas duas mil pessoas, a pior noticia mesmo ficou reservada para a oposição: é a combinação da comparação entre os governos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e os do presidente Lula.
Para 76% da população brasileira, os sete anos do governo Lula são melhores que os oito anos da era FHC. Só 10% acreditam que FHC foi melhor e 11,1% afirmaram que os dois governos são iguais. Para quem tem de enfrentar, como a oposição - e ainda que tente desesperadamente fugir disso - uma campanha eleitoral em que a temática básica será a comparação entre os dois governos, impossível uma pesquisa trazer algo mais trágico.
Mais grave que isso, só mesmo a queda continua do presidenciável tucano paulista, o governador José Serra. Ele cai sem que suba seu concorrente na disputa pela legenda tucana para ser candidato a presidente da República em 2010, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB).Pela pesquisa nossa candidata ao Planalto no ano que vem, a ministra-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Dilma Rousseff, já tem 21,7% contra 31,8% de Serra, que perdeu 15 pontos - 15 pontos! - nos últimos doze meses.
Fonte: Blog do Zé
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quinta-feira, 5 de novembro de 2009
União deve comandar a luta contra o narcotráfico
União deve comandar a luta contra o narcotráfico
Era totalmente previsível a derrubada de um helicóptero da Policia Militar do Rio de Janeiro pelos traficantes e seus “soldados” com livre acesso a armamento pesado.
Aliás, o equipamento vinha sendo utilizado de forma irresponsável e puramente como ferramenta de marketing pelas autoridades, incentivadas pela mídia, a começar pela Rede Globo, que o apresentava em programas cantando as excelências do uso dos helicópteros para “perseguir e matar” (sic) suspeitos e não para transporte, observação e monitoramento.
Tudo era uma questão de tempo, decisão ou iniciativa própria de algum comando local. A derrubada do helicóptero aconteceu agora, mas poderia ter acontecido antes.
Fica a lição, mais uma, da inadequada estratégia ou falta dela para o enfrentamento da questão do narcotráfico e o combate ao crime organizado, no Rio e no resto do país.
As autoridades e o comando militar subestimaram a audácia e a capacidade dos chefes ou dos comandos locais.
Partiam do princípio que os traficantes não ousariam, pelo risco do nível de resposta da policia, derrubar um helicóptero da corporação.
O que revela que ainda existe, entre o crime e a polícia, um campo de convivência ou de suposta não beligerância, totalmente equivocado.
Para além das medidas sociais e econômicas necessárias, que estão sendo tomadas e que só terão efeitos em médio prazo, a questão do crime organizado e do narcotráfico não pode ficar na esfera do município, ainda que ele possa ter uma policia própria e deva ter.
Nem na esfera do Estado, responsável, segundo a Constituição de 1988, pela segurança publica, prevenção e repressão (funções da Polícia Militar) e pela investigação, inquérito e por ser policia judiciária (obrigações da Policia Civil).
É evidente que, mais de vinte anos depois, essa engenharia constitucional e esse desenho da organização policial não têm como enfrentar o crime e o narcotráfico.
Apesar do apoio político, financeiro, em inteligência e equipamentos, e mesmo militar, com a Forca Nacional ou mesmo com as Forças Armadas, o governo federal ainda não se convenceu plenamente de sua responsabilidade e, portanto, não tomou as medidas adequadas para cumprir com sua obrigação constitucional e administrativa de combater o narcotráfico.
Mais do que isso, não houve um convencimento da União de que, sem sua participação, não haverá um avanço nessa área.
Isso apesar do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), dos programas sociais, do aumento do emprego e da renda, dos avanços na educação.
São ações e medidas que teriam e mesmo que têm seu efeito em comunidades, cidades e bairros onde o crime organizado ainda de fato não substituiu o Estado.
O crime organizado envolve o contrabando de armas, o trafico de drogas, sua produção e refino, além da venda e do transporte em maior escala, sua importação e exportação, a lavagem do dinheiro, a corrupção e o trafico de influências, a captura e a cooptação, quando não mesmo a indicação e eleição de juízes, delegados, parlamentares e chefes de Executivo, bem como a montagem de empregas e o recrutamento de membros para as organizações criminosas.
É evidente que, sem um organismo nacional de direção e comando para a luta contra o crime organizado, não iremos a nenhum lugar.
Ou pior, vamos sacrificar vidas e recursos em vão. Lembrando ainda que falta também uma maior articulação e colaboração a nível internacional.
Precisamos nos convencer que o crime organizado e o narcotráfico são nacionais e que, portanto, só uma estratégia e um comando nacional podem combatê-los.
É necessário um organismo de inteligência e direção direta na luta contra o narcotráfico e o crime, ainda que tenhamos que mudar a Constituição.
É preciso uma autoridade nacional que coordene e supervisione esse enfrentamento. Devemos assumir que a questão é nacional e de responsabilidade do governo federal, em articulação com os Estados e Municípios, mas também no comando.
Caso contrário, não vamos, apesar de todo o apoio que o governo tem dado ao Rio de Janeiro e a outros Estados, avançar nesta luta, difícil e de longo prazo, contra o crime organizado.
José Dirceu, 63, é advogado e ex-ministro da Casa Civil
Era totalmente previsível a derrubada de um helicóptero da Policia Militar do Rio de Janeiro pelos traficantes e seus “soldados” com livre acesso a armamento pesado.
Aliás, o equipamento vinha sendo utilizado de forma irresponsável e puramente como ferramenta de marketing pelas autoridades, incentivadas pela mídia, a começar pela Rede Globo, que o apresentava em programas cantando as excelências do uso dos helicópteros para “perseguir e matar” (sic) suspeitos e não para transporte, observação e monitoramento.
Tudo era uma questão de tempo, decisão ou iniciativa própria de algum comando local. A derrubada do helicóptero aconteceu agora, mas poderia ter acontecido antes.
Fica a lição, mais uma, da inadequada estratégia ou falta dela para o enfrentamento da questão do narcotráfico e o combate ao crime organizado, no Rio e no resto do país.
As autoridades e o comando militar subestimaram a audácia e a capacidade dos chefes ou dos comandos locais.
Partiam do princípio que os traficantes não ousariam, pelo risco do nível de resposta da policia, derrubar um helicóptero da corporação.
O que revela que ainda existe, entre o crime e a polícia, um campo de convivência ou de suposta não beligerância, totalmente equivocado.
Para além das medidas sociais e econômicas necessárias, que estão sendo tomadas e que só terão efeitos em médio prazo, a questão do crime organizado e do narcotráfico não pode ficar na esfera do município, ainda que ele possa ter uma policia própria e deva ter.
Nem na esfera do Estado, responsável, segundo a Constituição de 1988, pela segurança publica, prevenção e repressão (funções da Polícia Militar) e pela investigação, inquérito e por ser policia judiciária (obrigações da Policia Civil).
É evidente que, mais de vinte anos depois, essa engenharia constitucional e esse desenho da organização policial não têm como enfrentar o crime e o narcotráfico.
Apesar do apoio político, financeiro, em inteligência e equipamentos, e mesmo militar, com a Forca Nacional ou mesmo com as Forças Armadas, o governo federal ainda não se convenceu plenamente de sua responsabilidade e, portanto, não tomou as medidas adequadas para cumprir com sua obrigação constitucional e administrativa de combater o narcotráfico.
Mais do que isso, não houve um convencimento da União de que, sem sua participação, não haverá um avanço nessa área.
Isso apesar do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), dos programas sociais, do aumento do emprego e da renda, dos avanços na educação.
São ações e medidas que teriam e mesmo que têm seu efeito em comunidades, cidades e bairros onde o crime organizado ainda de fato não substituiu o Estado.
O crime organizado envolve o contrabando de armas, o trafico de drogas, sua produção e refino, além da venda e do transporte em maior escala, sua importação e exportação, a lavagem do dinheiro, a corrupção e o trafico de influências, a captura e a cooptação, quando não mesmo a indicação e eleição de juízes, delegados, parlamentares e chefes de Executivo, bem como a montagem de empregas e o recrutamento de membros para as organizações criminosas.
É evidente que, sem um organismo nacional de direção e comando para a luta contra o crime organizado, não iremos a nenhum lugar.
Ou pior, vamos sacrificar vidas e recursos em vão. Lembrando ainda que falta também uma maior articulação e colaboração a nível internacional.
Precisamos nos convencer que o crime organizado e o narcotráfico são nacionais e que, portanto, só uma estratégia e um comando nacional podem combatê-los.
É necessário um organismo de inteligência e direção direta na luta contra o narcotráfico e o crime, ainda que tenhamos que mudar a Constituição.
É preciso uma autoridade nacional que coordene e supervisione esse enfrentamento. Devemos assumir que a questão é nacional e de responsabilidade do governo federal, em articulação com os Estados e Municípios, mas também no comando.
Caso contrário, não vamos, apesar de todo o apoio que o governo tem dado ao Rio de Janeiro e a outros Estados, avançar nesta luta, difícil e de longo prazo, contra o crime organizado.
José Dirceu, 63, é advogado e ex-ministro da Casa Civil
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